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terça-feira, 23 de março de 2010

Chifre em cabeça de cavalo, 2007, Camila Bravim, pastel sob tela

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Série A Carne Negra


Camila Bravim, Tatiana, pastel em vergê A4, 2010

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Primitiva

Camila Bravim, Cubismo primitivo em noite insone, 2009, pastel em vergê A4

domingo, 13 de setembro de 2009

Boliviana



Camila Bravim, Boliviana, 2009, pastel em folha A4

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

O Galo em Tela

Camila Bravim, O Galo Tela, 2009, pastel sobre tela

Esse aqui demorou quase dois anos pra ficar pronto, por deus como é difícil preencher uma tela com pastel, haja paciência, ele estava abandonado no quartinho e resolvi terminar... esse aqui é claro que foi pro meu professor, que inclusive tirou a foto para eu postar

Vou comprar tinta óleo e tela

Camila Bravim, Mulher Imperfeita e Inacabada, 2007, óleo sobre tela

Não posso negar que as correntes artísticas que mais gosto é o impressionismo e expressionismo e alguns meses atrás por tê-los como referência ficava muito insatisfeita com meus desenhos porque eu não conseguia atingir o patamar de Van Gogh e Monet... mas what the hell... hoje em dia fico satisfeita em me expressar artisticamente. Sempre converso com Léo meu professor de desenho sobre a minha dificuldade com luz e sobra e perspectiva no desenho e coisa e tal... ai ele vem e me diz que é muito fácil e começa a desenhar e mostrar como é numa rapidez admirável (sempre viajando no desenho) – é assim ta vendo – ah sim claro to vendo –  mas o que pra ele é tão claro e fácil eu preciso de um esforço tremendo... antes de tentar vestibular eu trabalhava em uma escola de arte (bons tempos, um ano inesquecível) e lá convivi, conheci, tive contato e soube da existência de artistas plásticos que admiro bastante como Camizão, Nízio, Choudane (acho que é assim que escreve), Tião Fonseca e desenhistas exímios como Léo e tantos outros alunos que ele tinha que na primeira aula já desenhavam com uma facilidade invejável.... ver seus quadros e desenhos sempre me colocava num lugar de não artista... um dia o Nízio perguntou para que eu iria prestar vestibular e lhe respondi que seria Ciências Sociais e ele se admirou por não tentar Artes Plásticas mas eu não me sentia artista... pois bem... quatro anos depois de faculdade de sociologia, antropologia e ciências políticas me deixaram extremamente cética com o mundo é que tenho uma sensibilidade excessiva e ver as dores e falhas do mundo acabaram por me consumir – nothing is gonna change my world certo – ai criei um blog que a princípio era pra colocar minha posição política ou artigos acadêmicos e etc e tal... ai o trem desandou e deu nesse blog aqui que não tem nada de acadêmico... o engraçado é que só comecei a escrever contos e poesias depois de criar o blog e as artes de uma maneira geral passaram a me interessar mais que a vida acadêmica e ai pronto... caos... acho que não é a toa que minha afinidade seja com o impressionismo e expressionismo, essas pinceladas bem marcadas, um tanto caóticas, mas que no conjunto dá certo, principalmente se ver de longe, e de perto vê-se a riqueza de detalhes, as cores fortes, as pinceladas grotescas e no final um realismo em movimento, um quadro inacabado numa bela moldura... já me conformei, não serei um Van Gogh nem Monet nem Renoir... talvez a falta de perspectiva seja o meu lance sabe, como em Frida Kahlo... desde que não seja algo tosco (detesto essa vanglorização da tosqueira na arte, para mim soa mais como desleixo, preguiça e falta de técnica)... vai que quando eu morrer um quadro meu não venha a ser reconhecido... não é assim que funciona?... aos meus amigos peço que guardem meus rabiscos bem direitinhos... sei de minhas dificuldades em pintar e desenhar, mas como eu não consigo mais viver sem me expressar artisticamente, seja de que forma for, serei sempre persistente... e vou te dizer... há quem goste!! às vezes corre o risco de até eu gostar

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Galo

Galo, 2007, pastel em folha A4
meu primeiro desenho que deu certo ficou assim. sob a orientação de Léo Sá, meu professor de desenho que por amizade eu não pago um tostão, ele finge que ensina e eu finjo que aprendo (brincadeira léo, vc me ensinou o valor da perfeição, pena que não aprendi direito, mas se não fosse por vc não sairia nada dessa mão torta). tenho uma vontade tremenda de voltar a ter paciência pra desenhar, quem sabe num dia de férias. o desenho dei pra quem me deu o estojo de pastel, que agora está aposentado e empoeirado